Em LUZ NEGRA composição e improvisação dialogam de forma metafísica, transcendendo o material e acessando camadas sonoras profundas. O grupo, com seu fôlego criativo e político, organiza-se horizontalmente, criando arranjos colaborativos e repertórios comuns que fluem entre o individual e o coletivo. Aqui, a política não é apenas tema, mas prática: cada interação reflete a potência das trocas afetivas e a construção de uma práxis afrodiaspórica.