Uma peça-ensaio, que é também uma peça-filme, sobre a violência racial e de gênero, enfeixando a narrativa sobre o julgamento por assassinato de um homem negro alforriado e o destino de uma jovem mulher negra em 1854, aspectos da trajetória de uma mulher negra desde os anos 1970, e cenas da tortura e da prisão nos porões da ditadura civil-militar. Trata-se de um ensaio sobre o sentido da violência na forma de um exercício de fuga como prática de pensamento: o terror é branco e sua permanência entre nós é a única linha contínua de nossa história
Quintas, Sextas, Sábados, 20h00. Domingos, 19h00.
A partir do texto Virginius (Narrativa de um advogado), de Machado de Assis
Dispositivo de cena, dramaturgia e direção: José Fernando Peixoto de Azevedo
Atuação: Thaina Muniz
Câmera: Samurai Cria
Edição de imagens ao vivo: Soma
Trilha e música em cena: Agá Péricles
Apoio Técnico de vídeo: André Voulgaris
Produção: Corpo Rastreado – Anderson Vieira
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